quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Os outros, são apenas os outros

Nada mais faz sentido nesse momento, além de nós.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Um Quebra-cabeças chamado eu.

E de repente você se sente confortável de novo. É uma velha sensação, mas que aparece de forma diferente. Não sei como explicar, mas você não está animada, não está feliz, não está contente. Apenas confortável, aliviada.
E pequenas coisas te fazem dar risada, como jamais fariam. Mas você não está feliz, é a nova forma de se manifestar do seu alívio instantâneo.
Geralmente ao fim de cada dia, eu faço um balanço de tudo que me aconteceu. E hoje foi um dia... Normal, mas nem tanto. Certas notícias, comentários e conversas fizeram com que eu refletisse um pouco sobre certos assuntos.
Digamos que... Há setas indicando o caminho que devo seguir, mas cada uma pra um lado. Que lado eu devo escolher? O que meu coração me diz pra ir em frente? O que a minha parte "consciente" me diz pra seguir? Ou um totalmente inusitado, pra seguir por um terreno totalmente desconhecido?
Perguntas, perguntas. Quando finalmente terão suas merecidas respostas?

Declaração de um de nós. Ou de todos.

"não sei como lidar com as pessoas"

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Só uns devaneios antigos...

"Sabe quando sentimos aquela chata e velha sensação de perda, sendo que algo que nos causou isso nunca realmente nos pertenceu?
Pois é... Às vezes essa sensação é substituída por uma de conforto, proteção. Mesmo que causada por pessoas a kms de distância, é suficiente pra nos fazer esquecer certas mágoas e certos temores.
Engraçado como pessoas importantes - mesmo que depois de muito tempo - conseguem nos alegrar até nos momentos mais tensos. Os amigos bobinhos, as amigas promíscuas, os amigos de papo inteligente, as paqueras... Todos especiais em suas maneiras.
E até o inicial causador da sensação de perda consegue nos fazer feliz, mesmo de seu hábitat natural. (Que é longe do nosso)
Nós paramos para ouvir nossas velhas músicas. Aquelas que até cansamos de ouvir. E lembramos de como elas desempenham papéis importantes em nossas vidas. Quando parece que sozinhos não conseguimos o que queremos de primeira, elas vêm e nos mostram que podemos utiliza-las e podemos ser felizes." É.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Passado, presente ou futuro.

Quarenta anos após sua adolescência, ela parou para pensar: Havia tido sonhos e lutado por eles? Havia corrido atrás de quem realmente era importante?
Olhou seus netos brincando no quintal e começou a imaginar se tudo tivesse sido diferente, se tivesse corrido atrás de seus sonhos, se tivesse dado a devida importância aos amigos e aos amores. Será que estaria realmente feliz? Não que a vida monótona e futil que possuia fosse ruim... Ela não queria mais do que isso. Ou será que queria? Será que sonhava em ser outra pessoa, em ter outra vida? Não, sonhos não faziam parte de seu mundo. Apenas o marido que a traia constantemente (com mulheres mais jovens), e os filhos e netos que amavam seu carro, sua casa, ir viajar com ela. Mas e a querida avó que havia criado e educado todos seus descendentes? Havia criado era um bando de criaturas pré-programadas e com corações duros como pedras.
O grande amor de sua vida chegou de forma certamente inesperada, e dela custou a sair. Um amigo da - na época - garota fez o favor de atar um nó que - diga-se de passagem - era realmente um . Tão difícil de desatar, que só o tempo o fez. E haja tempo!
Ela não desistiu até ter o que queria. E a filha que morreu num acidente de carro foi fruto desse amor. Mas felizmente ela deixou parte de si, que mora com seu ex-marido.
Seria até interessante se não fosse trágico. Mas... Deixa eu pensar num modo de encontrar o amor de minha vida.
Talvez dobrando a esquina, talvez bem longe de casa. Provavel que seja daqui 3 anos, ou até 30.
Nunca se sabe quando e onde você encontrará o que quer.
O amor da minha vida não me quer. E continuemos, sempre me espelhando nela. Ou será que é o contrário?